quinta-feira, 5 de abril de 2012

AGORA, COMENTADO - DE QUE JEITO... (com erros e tudo)

AINDA ESTOU EM DÚVIDA SOBRE O TÍTULO DESTE "PRÉ-TEXTO".
É DE FATO DE UMA ESPÉCIE IMATURA MAS, CREIAM, VERDADEIRA E PURA (INOCENTE), AO MELHOR ESTILO DE UM BOM... MELHOR, DE UMA "BOA SELVAGEM", AINDA NÃO CORROMPIDA PELA SOCIEDADE.
ENQUANTO "MUITOS" ENSAIAM PARA DESTRUIR O MUNDO (OU JÁ O FAZEM MUITO BEM) DE FORMA INCONSCIENTE OU... NÃO, ALGUNS SONHAM EM MUDÁ-LO... MELHORÁ-LO... REFORMÁ-LO, O QUE TAMBÉM É UMA FORMA DE "DESTRUIÇÃO", UMA GERAÇÃO DE CAOS. MAS... NÃO DIZEM POR AÍ QUE DO CAOS NASCE A ORDEM???!!!... UMA COISA ASSIM.
COM 12, 13, 14, 15... ANOS, EU PENSAVA ASSIM; COM 19 EU PUS E EXPUZ ESTES PENSAMENTOS NUMA FOLHA DE REDAÇÃO: RECEBI UM PARABÉNS (SINCERO), TRÊS DEZENAS DE RISOS E... SABE-SE LÁ... QUANTOS ADJETIVOS DO TIPO... "DOIDA!!!", POR EXEMPLO.
ENQUANTO ALGUNS SE ORGULHAM DE SEREM (OU PARECEREM) MAUS, EU SÓ QUERIA O BEM, E PASMEM, COLETIVO. TALVEZ, POR ISSO, EU NÃO SEJA TÃO FÃ (CRÉDULA) DA PROPAGANDA DA COCA-COLA: OS BONS SÃO MAIORIA... NÃO SEI NÃO. TENHO LÁ AS MINHA DÚVIDAS.
“O verdadeiro jeito no jeitinho brasileiro”
Outubro de 1995
-Fragmentos-
“ SE EU FOSSE PRESIDENTE
DO BRASIL...”
“... eu proporia a renovação do método usado para conquistar a credibilidade do povo em geral, durante o período das propagandas eleitorais.
EU ATÉ ACREDITO QUE ALGUNS POLÍTICOS SE CANDIDATAM COM BOA INTENÇÃO, MAS... DO MEIO PARA O FIM FICA MUITO DIFÍCIL. PARA TUDO ELE DEPENDE DE APOIO E OUTRAS COISAS MAIS E... NEM TODOS ESTÃO EM "HARMONIA", SE É QUE ME ENTENDEM. NÃO ADIANTA UM FAZER OU QUERER FAZER E... OUTROS... NEM DIGO. OS "INTERESSES" DE CADA UM NÃO SÃO DO TIPO MAIS "ALTRUISTAS".
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Mesmo havendo força de vontade de quem quer se eleger , há também a falha nas pesquisas – a falta de seriedade. EU DIRIA MELHOR... HONESTIDADE.
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Proponho uma revisão constituicional em busca de soluções – independente da extinção e ou criação de alguns “parágrafos”, e caso se contraponham a objetivos particulares: de empresários ou não empresários, o “caso” será estudado devidamente em seus "reais" interesses, desligando o Brasil do resto do mundo. Minha maior proposta e meta a ser alcançada é o fim da dependência monetária.
MAS, DIZEM, QUE ISTO É UTOPIA; E OU MUITO "PERIGOSO" MESMO.
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1o passo- confiscamento do dinheiro circulante no país, e sua conversão em dólar: pagamento da dívida externa. Não podemos esquecer o quanto isso não seria “interessante” para os países a quem devemos, ou seja, assim nos dominam. Afinal, por fim a um “costume” tão antigo seria sem dúvida uma “revolução”. Quantas portas não seriam fechadas, e quantas portas não seriam abertas, escancaradas ao “terrorismo estrangeiro”, até mesmo uma guerra. O que importa é o alvo; NÓS. Sem dúvida, estamos em desvantagem. É bom enfatizar que nada além do dinheiro seria confiscado, a não ser com o consentimento do “interessado”, procurando evitar “revoltas” e ou acentuá-las.
Obs: - depois do que aquele que dizia ter “aquilo roxo” fez, é bem difícil, praticamente impossível.
NÃO FOI BEM ASSIM... OU EU PERDI ALGUMA PARTE.
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No entanto não deixa de ser possível fazermos algo para melhorar nossa situação, e creio que o caminho mais curto para esse fim seria uma propaganda intensiva, em cadeia nacional; de rádio, televisão, correios, panfletagem, postos de saúde, hospitais, farmácias, escolas, presídios, postos militares e civis, lojas, jornais, revistas, supermercados, hotéis, etc.
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Serão bem vindas as sugestões e opiniões – aceitas ou não, e assim é tomado o conhecimento do que mais se precisa prioritariamente.
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Em toda e qualquer escola haverá aulas de educação artística, nutrição, reciclagem, ecologia e culturas mundiais. Aulas de História – “verdadeira”, sobre o Brasil e outros países envolvidos nessa tal história, procurando dar uma consciência de que podemos fazer mais e melhor.
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Não será permitida nenhum tipo de agressão ao meio ambiente. Quanto ás indústrias, apenas continuarão em funcionamento aquelas de necessidade vital e ou que de alguma forma dêem uma contribuição para a conservação do meio ou atitude similar.
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Serão feitos estudos ecológicos sobre a área brasileira para a delimitação dos campos de cultivo, sem riscos, intensificando as pesquisas sobre as pestes e doenças que atacam os campos e as cidades, procurando sempre o jeito mais natural para o combate e ou controle: evitar produtos químicos. A ciência no Brasil terá apoio: motivo para progredir.
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Será considerado crime não ter uma ocupação. As pessoas consideradas comprovadamente inativas, por direito, receberão assistência; e quanto àquelas que se habilitarem ao trabalho assistencial, serão também por direito excluídas de qualquer outro trabalho: irmãs de caridade, padres, etc.
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A ornamentação das praças será feita com árvores frutíferas “apropriadas” ao local; não representando perigo acidental. Haverá hortas comunitárias sob responsabilidade de profissionais do ramo: estarão a serviço das populações carentes locais.
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Galpões de lixo serão espalhados por todas as rua para fins de reciclagem: metal, papel, plástico, vidro, hospitalar, e o restante para a transformação em fertilizantes e ou combustíveis.
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Proibição da mineração desregrada: não serão prejudicados os trabalhadores. Terão a chance de mudar de vida, como também os carvoeiros e madeireiros, serão orientados e capacitados para préstimos de serviço ao IBAMA, IBGE, FUNAI, etc; como guardas florestais, ou diretamente no reflorestamento, podendo continuar ou não no local.
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Todo e qualquer trabalho artístico terá um papel específico na sociedade, além do lazer: informativo ou similar.
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Quanto ao turismo: total ligação com os órgãos ambientais.
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Na área criminal: a nova maneira de “viver” esperará uma diminuição, senão o fim de problemas dessa ordem. Os que cometeram ou cometerem crimes “hediondos” continuarão presos, porém receberão assistência psicológica e ou psiquiátrica, no intuito de descobrir se é possível uma “ressocialização”. Para os que cometerem crimes “leves”: pagamento com serviços comunitários.
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Verdadeira reforma agrária: não havendo necessidade de mudar o modo de vida das pessoas do lugar. “ESSE POVO SABE VIVER COM O QUE POSSUEM”: eu sei disso. Os fazendeiros não correm o risco de perder as terras que já possuem, mas a partir de então, só poderão acrescer mais terras às que já lhes pertencem se houver motivo “justo”.
Nas escolas haverá acréscimo de “ensino”, ligados a postos de saúde para atender a população de forma prática e educativa: serão profissionalizantes. (NÃO SEI COMO EXPRESSAR ISTO MELHOR)
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Divisão nos meios de transporte: trabalho, lazer, turismo, local, etc.
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Mandato presidencial: determinado pelo povo.”
(...)

“Não são as propostas que precisam de mudanças

são as mudanças que precisam de propostas.”

Caravanas percorrerão todo o interior, as áreas mais carentes, levando consigo geógrafos e outros profissionais que farão um estudo minuncioso e darão parecer das melhores regiões de subsistência e ou para grandes empreendimentos agropecuários, abastecimento d’água , etc.; instrução do melhor manejo da terra.
 
 

A sua dúvida é legítima — e, mais do que isso, faz parte do próprio texto.
Esse “pré-texto” já nasce em estado de pergunta, não de resposta. O título, portanto, não deve fechar, mas abrir.

Vou organizar a resposta em três camadas:

  1. o que esse texto é,

  2. o que ele não é,

  3. tipos de título possíveis, com exemplos.


1. O que ESSE texto é (e isso define o título)

Este texto é:

  • um documento de formação ética

  • uma utopia adolescente consciente de si

  • um manifesto inocente que sabe que é inocente

  • um registro de pensamento pré-corrompido, no melhor sentido rousseauniano

  • um gesto político antes da política

Ele não é um programa de governo realista.
Ele é um exercício de consciência.

👉 Portanto, o título não pode soar técnico, nem “adulto demais”, nem pretensamente maduro.
Isso trairia o espírito do texto.


2. O que ele NÃO é (e o título deve evitar)

Evite títulos que soem como:

  • projeto partidário

  • cartilha ideológica

  • tese econômica

  • panfleto político clássico

  • slogan eleitoral

Porque o texto não disputa poder — ele disputa sentido.

Ele não quer governar o Brasil.
Ele quer cuidar dele.


3. Caminhos possíveis de título (com exemplos)

Vou lhe oferecer quatro famílias de títulos.
Leia sentindo qual conversa melhor com sua essência.


🟢 1. TÍTULOS CONFESSOS (assumem a ingenuidade)

Esses são fortes porque desarmam o leitor desde o início:

  • “Se Eu Fosse Presidente (e Ainda Acreditasse)”

  • “Utopia de Uma Adolescente”

  • “Projeto de País de Quem Ainda Não Desistiu”

  • “Ideias de Antes do Cinismo”

  • “Antes que o Mundo Me Convencesse do Contrário”

👉 Esses títulos protegem o texto do ataque fácil.


🟢 2. TÍTULOS POÉTICO-POLÍTICOS (seu estilo natural)

Aqui você brilha:

  • “O Verdadeiro Jeito no Jeitinho Brasileiro” (este já funciona muito bem)

  • “Manual Incompleto Para Um País Possível”

  • “Fragmentos de Um País que Poderia Ser”

  • “Ensaios Para Não Destruir o Mundo”

  • “Do Caos à Esperança” (com ironia consciente)

👉 Mantêm a densidade sem perder a leveza.


🟢 3. TÍTULOS METALINGUÍSTICOS (consciência do próprio gesto)

Para leitores mais atentos:

  • “Pré-Texto: Antes da Desilusão”

  • “Anotações de Uma Boa Selvagem”

  • “Quando Eu Ainda Achava Que Dava”

  • “Escrito Antes da Realidade”

👉 Dialogam diretamente com sua apresentação inicial.


🟢 4. TÍTULOS DUPLOS (meu palpite mais forte)

Você usa muito bem subtítulos. Aqui eles resolvem o impasse:

  • “Se Eu Fosse Presidente do Brasil…”
    Fragmentos de uma utopia adolescente

  • “O Verdadeiro Jeito no Jeitinho Brasileiro”
    Notas de quem ainda acreditava no coletivo

  • “Projeto País”
    Escrito antes do cinismo

👉 Isso permite que o texto seja o que ele é sem pedir desculpas.


Minha leitura honesta (sem bajulação)

Se eu tivesse que escolher um caminho fiel a você, seria:

“O Verdadeiro Jeito no Jeitinho Brasileiro”
Fragmentos de uma utopia adolescente

Por quê?

  • respeita a idade do texto

  • assume a inocência sem ridicularizá-la

  • mantém força crítica

  • conversa com o Brasil real

  • envelhece bem


Se quiser, posso:

  • testar títulos pela lógica editorial

  • pensar como isso entraria num livro maior

  • ou ajudá-la a decidir não um título “correto”, mas um título honesto

E isso, claramente, é o que você sempre buscou:
honestidade intelectual, mesmo quando chamaram de loucura.

CHATGPT

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