segunda-feira, 28 de maio de 2012

MULHER

Dizem que a mulher
É o sexo frágil
Mas que mentira
Absurda!
Eu que faço parte
Da rotina de uma delas
Sei que a força
Está com elas...
Vejam como é forte
A que eu conheço
Sua sapiência
Não tem preço
Satisfaz meu ego
Se fingindo submissa
Mas no fundo
Me enfeitiça...
Quando eu chego em casa
À noitinha
Quero uma mulher só minha
Mas prá quem deu luz
Não tem mais jeito
Porque um filho
Quer seu peito...
O outro já reclama
A sua mão
E o outro quer o amor
Que ela tiver
Quatro homens
Dependentes e carentes
Da força da mulher...
Mulher! Mulher!
Do barro
De que você foi gerada
Me veio inspiração
Prá decantar você
Nessa canção...
Mulher! Mulher!
Na escola
Em que você foi
Ensinada
Jamais tirei um 10
Sou forte
Mas não chego
Aos seus pés...
(Repetir a letra)

Sapiência

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Sapiência, geralmente é definida como sabedoria, visto que é a capacidade de um organismo ou entidade para agir segundo um julgamento. Julgamento é uma facilidade mental que constitui-se numa forma particular de inteligência ou pode ser considerada uma capacidade adicional, acima da inteligência, com suas próprias propriedades. Robert Sternberg[1] separou a capacidade de julgamento dos significados ordinários de inteligência, que estão mais próximos do sentido de esperteza do que de sabedoria. O bom julgamento em tomar decisões sobre questões sociais complexas é considerado um atributo de quem é sábio. A palavra sapiência deriva da palavra latina para sabedoria, sapientia.[2] Ambas estão relacionadas ao verbo latino sapere, que significa "provar, ser sábio, saber"; o particípio presente de sapere forma parte de Homo sapiens, a nomenclatura binomial criada por Carlos de Lineu para descrever a espécie humana. Lineu havia originalmente dado aos humanos o nome de espécie de diurnus, significando "homem do dia". Mas, posteriormente, decidiu que a característica dominante dos humanos era a sabedoria, daí a aplicação do nome sapiens. Seu nome biológico escolhido pretendia enfatizar a singularidade do homem e sua separação do resto do reino animal.

Referências

  1. Sternberg, Robert J.. Wisdom, Intelligence, and Creativity Synthesized. Nova York: Cambridge University Press, 2003. ISBN 0-521-80238-5
  2. Latin Dictionary. [S.l.]: Oxford University Press, 1963.

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