Graças a uma inovação aerodinâmica no desenho de turbinas de
vento, conhecida como “lente de vento”, a produção de uma turbina de energia eólica
comum pode triplicar, tornando-a mais barata do que a energia nuclear. A
utilização desta fonte renovável pode melhorar, e muito, a forma como a
matriz energética é hoje, garantindo a preservação do nosso meio
ambiente.
A Análise Internacional de Energia Limpa (ICEA) estima que os Estados
Unidos, por exemplo, possuem cerca de 850 mil quilômetros quadrados de
terras que poderiam produzir altos níveis de energia eólica.
Isso sem considerar que o país ainda consome cerca de 26,6 bilhões de
MWh, uma taxa muito acima da real necessidade humana de energias anuais.
Em teoria, é possível que, em breve, a utilização de apenas 20% do
potencial eólico seja o suficiente para garantir toda a energia
necessária àquele país.
Sem falar nos milhões de empregos que seriam criados com a construção
de um sistema de distribuição de energia limpa. Também é importante
ressaltar que o crescimento da capacidade de energia eólica é perfeitamente simbiótico com o crescimento projetado em veículos elétricos. Suas baterias poderiam absorver a energia eólica
produzida durante a noite, ajudando a equalizar a curva da demanda de
energia durante o dia. Embora possa haver riscos, como os custos de
manutenção das turbinas eólicas, maiores do que o de uma usina de gás,
os benefícios ambientais são altos demais para serem deixados de lado.
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