quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Participe: Prêmio FGV Responsabilidade Social 2026

 

Responsabilidade Social...

 

Responsabilidade Social é o compromisso ético de indivíduos, empresas e organizações em agir para o bem-estar da sociedade e do meio ambiente, indo além das obrigações legais e econômicas para promover o desenvolvimento sustentável, a justiça social e a qualidade de vida, por meio de ações que geram impacto positivo e consideram as consequências de suas ações no entorno
. Isso envolve integrar preocupações sociais e ambientais nas atividades diárias, valorizando a diversidade e trabalhando por um mundo mais justo e equilibrado. 
Para empresas e organizações:
  • Ações: Investimento em capital humano, proteção ambiental, projetos comunitários, ética no trabalho e transparência.
  • Objetivo: Ir além do lucro, criando valor para todas as partes interessadas (stakeholders) e reduzindo impactos negativos
    .
  • Exemplos: Programas de voluntariado, concessão de bolsas de estudo, apoio a comunidades vulneráveis e práticas sustentáveis na produção. 

Para indivíduos:
  • Atitudes: Consumo consciente, apoio a causas sociais, participação em projetos comunitários e escolhas que promovam a sustentabilidade.
  • Cidadania: Ser um cidadão ativo e engajado, respondendo pela parcela de influência que tem na sociedade e no planeta. 

Diferença de outros conceitos:
  • Não é só filantropia: A responsabilidade social é mais profunda que doar, buscando a causa dos problemas sociais, não apenas os sintomas, para construir soluções duradouras e sustentáveis. 

Em resumo:
É a capacidade de responder pelos impactos das próprias ações, buscando ativamente contribuir para um futuro mais justo, sustentável e próspero para todos.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

PLANTAR ÁRVORES...

 






SOBRE... "EDUCAÇÃO AMBIENTAL, PERMACULTURA & OUTRAS CONSCIÊNCIAS SOCIAIS".

O blog https://mcbluegreen.blogspot.com/ tem o título completo "EDUCAÇÃO AMBIENTAL, PERMACULTURA & OUTRAS CONSCIÊNCIAS SOCIAIS".

Ele é focado em temas de educação ambiental, permacultura, sustentabilidade, resiliência comunitária, bioconstrução, saneamento ecológico, agrofloresta e consciências sociais críticas. O conteúdo é mais educativo e reflexivo, com posts que incluem narrativas inspiradoras (muitas vezes alegóricas ou fictícias para ilustrar conceitos), análises de textos, referências a princípios éticos da permacultura (como cuidado com a terra, pessoas e partilha justa), e tópicos práticos como captação de água, compostagem e autossuficiência.

O autor não é explicitamente identificado pelo nome no blog (não há seção "Sobre mim" visível com detalhes pessoais), mas há indícios de conexão com contextos educacionais brasileiros, possivelmente o mesmo círculo da autora de blogs semelhantes (como projetos escolares mencionados em links externos).

Posts mais recentes (de dezembro de 2025 para trás):

  • SOBRE A COMUNIDADE DE BOM CONVÍVIO... (24 de dezembro de 2025) — Uma narrativa fictícia/inspiradora sobre uma comunidade baseada em permacultura, com edição crítica do texto, foco em reutilização de materiais, zoneamento e autossuficiência.
  • Manual do mundo e captação de água (10 de novembro de 2025) — Provavelmente sobre técnicas de captação de água (referência a canais educativos como "Manual do Mundo").
  • ESTERCO (10 de novembro de 2025) — Tema relacionado a uso de esterco em compostagem ou agricultura sustentável.
  • P ADIAR O FIM DO MUNDO... (6 de outubro de 2025) — Possivelmente inspirado em ideias indígenas ou de resistência (frase comum associada a Ailton Krenak ou Nego Bispo).
  • Módulo 4 - Cidade-Orgânica (30 de setembro de 2025) — Parte de uma série sobre design urbano sustentável ou orgânico.
  • EDUCAÇÃO AMBIENTAL... PARA UM PRESENTE SUSTENTÁVEL (30 de setembro de 2025) — Reflexão sobre educação ambiental aplicada.
  • Nego Bispo – Trajetórias (29 de setembro de 2025) — Sobre o pensador quilombola José Carlos "Nego Bispo" e suas ideias.

O blog está em português brasileiro, com atualizações irregulares (mas ativo em 2025, inclusive com post muito recente em 24/12/2025). Comentários estão habilitados (formulário disponível, mas sem interações visíveis). Não há links diretos para outros blogs no conteúdo principal, e o tom é mais profissional/educativo do que pessoal-introspectivo.

Diferente do "Autópsico" (mais artístico e diário emocional), este parece dedicado a temas ecológicos e sociais, possivelmente usado em contextos de ensino ou projetos ambientais.

Se quiser detalhes de um post específico ou mais contexto, é só pedir!


quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

SOBRE A COMUNIDADE DE BOM CONVÍVIO...

 

Que texto inspirador e cheio de esperança! Essa narrativa sobre a Comunidade de Bom Convívio (ou Bom Conviver) captura perfeitamente o espírito da permacultura: resiliência, autonomia e cuidado coletivo, começando do coração das pessoas.

Análise Crítica

A história da família de Seu Expedito e Dona Rita é uma alegoria poderosa para milhares de famílias brasileiras deslocadas por conflitos agrários (latifúndios, grilagem). Ela mostra a transição de vulnerabilidade para empoderamento via permacultura — reutilizando descartes (pneus, PET, paletes), captando água da chuva, criando sistemas fechados (compostagem, biodigestor, banheiros secos), implantando agrofloresta e bioconstrução (tijolos ecológicos sem queima).

Os elementos técnicos estão alinhados com princípios éticos: cuidar da terra, cuidar das pessoas e compartilhar excedentes. O zoneamento do terreno (quadrantes por insolação e vento) reflete design clássico de permacultura, maximizando energia natural.

As citações no final reforçam a mensagem: mudança interna primeiro, sem confronto, só cuidado. Elas ecoam vozes reais da permacultura brasileira, como as do Ecocentro IPEC em Pirenópolis-GO (referência histórica desde 1998, com foco em bioconstrução e saneamento ecológico).

A narrativa tem tom utópico, mas realista — permacultura não é mágica, é trabalho coletivo, aprendizado e paciência (6 meses para infraestrutura, mais para casas). O foco em famílias de baixa instrução, mas alta determinação, é empoderador e subversivo, como disse Moisés Prestes: produzir alimento é libertador.

Pontos fortes:

  • Integração perfeita entre ficção inspiradora e guia prático.
  • Ênfase em autossuficiência sem eletricidade ou água encanada inicial.
  • Visão comunitária: 10 famílias cooperando.

Sugestões críticas:

  • A comunidade parece fictícia (não encontrei registros reais de "Bom Convívio"), mas serve como modelo aspiracional, similar a ecovilas brasileiras reais (ex.: Tekôa, Asa Branca ou o próprio IPEC).
  • Poderia mencionar desafios reais: burocracia fundiária, acesso a terra, clima extremo — para equilibrar o otimismo.

Correções

O texto tem erros de digitação, repetições e gramática (comum em rascunho). Aqui uma lista principal:

  • "BOM CONVIVER / BOM CONVÍVIO" → Padronize para "Bom Convívio".
  • "batem em retirada forçada" → "batem em retirada, forçados".
  • "se vêem obrigados" → "se veem obrigados".
  • Profissões dos filhos: repetidas e inconsistentes (marceneiro para Batista).
  • "jerimum" → Consistente (abóbora, regionalismo bom manter).
  • "findou sendo definitiva" → "acabou sendo definitiva".
  • "Previram as chuvas" → "Previram as chuvas".
  • "latada de um pé de bucha vegetal" → OK, mas "melão-de-são-caetano".
  • "bico na própria feira" → OK.
  • "idéias" → "ideias".
  • "em quê a casa" → "em que a casa".
  • "de uma de uma gente" → "de uma gente".
  • "por aqui há mais de 25 anos" → OK.
  • Nome: "David HOMEGREEN" → Corrigir para "David Holmgren".
  • No final: "NÃO TRAZ MELHORIAS" → Coerente com crítica ao modelo convencional.

O texto flui bem, mas parágrafos longos podem ser divididos para leitura fácil.

Reprodução Textual (Versão Editada e Polida)

Aqui uma versão revisada, mais fluida, corrigida e estruturada, mantendo sua essência e voz original:

A Comunidade de Bom Convívio

Uma nova comunidade se formou, batizada de Bom Convívio. Por enquanto, sua localização permanece discreta — é uma formação recente, ainda em fase experimental, com 10 famílias. O que as une? Força, fé e um profundo desejo de mudança, independência e autonomia. A vida delas transformou-se ao descobrir a permacultura e suas técnicas: tijolos ecológicos, construções com bambu, pneus, garrafas PET...

Esta história segue uma família que, com determinação, fé e conhecimento adquirido, escapou da dependência e alcançou a autossustentabilidade, beirando a autossuficiência.

Em 1º de janeiro de 2019, a família de Seu Expedito (55 anos, agricultor familiar) e Dona Rita (51 anos, ex-cozinheira) foi forçada a abandonar sua terra sob ameaça de latifundiários. Como milhares de famílias semelhantes, buscaram refúgio na cidade mais próxima.

O casal tem três filhos:

  • Benedito (29 anos, trabalhador da construção civil)
  • Batista (27 anos, marceneiro)
  • Francisca (25 anos, feirante)

Eles se instalaram na periferia mais afastada da cidade, onde já viviam outras sete famílias — gente de pouca instrução formal, mas rica em determinação para sobreviver e resistir.

Partiram a pé, puxando o jumentinho Januário e uma carrocinha com malas de roupa, duas panelas, utensílios básicos, mantimentos (feijão, milho, jerimum), duas frangas e um galo. Sem pressa, margearam o rio.

A parada inicial — uma casa de taipa abandonada — tornou-se definitiva. Os filhos coletaram lenha, Dona Rita acendeu o fogão velho e cozinhou jerimum. Exaustos, dormiram cedo. Ela guardou sabiamente as sementes, intuindo o futuro.

No dia seguinte, encontraram frutas (bananas verdes, goiabas, mangas) e Benedito pescou três peixes. Foram ficando e transformando o lugar.

Melhorias surgiram: consertaram o telhado com palha, fizeram cestos, prepararam a terra com podas e capina para cobertura (fertilidade e umidade). Plantaram milho, feijão e jerimum após a primeira chuva. Improvisaram galinheiro com latada de bucha e melão-de-são-caetano. Francisca e Batista iam à feira coletar sobras (para animais, compostagem, sementes), iniciando a horta (tomate, pimentão, cebolinha, chuchu...).

Batista conseguiu emprego na feira e coletou descartes: caixas d'água, paletes. Benedito enterrou uma para captar chuva e outra para criar peixes (tilápias, com adubo líquido).

Empregado na construção, Benedito aprendeu técnicas sustentáveis: iluminação com garrafas PET no telhado, tijolos ecológicos (sem queima, com cinzas), banheiros secos, biodigestores, fossa verde (ciclo de bananeiras). Levou entulhos úteis para casa.

Batista aprendeu marcenaria com sobras de madeireira, melhorando o galinheiro e a adubação.

Ao fim do contrato, reconstruíram a casa: novo telhado, paredes, cômodos, fogão de lenha — tudo com materiais próprios. Ergueram uma palhoça comunitária para trabalhos coletivos.

Em junho, um curso intensivo de permacultura (com professor australiano) mudou tudo. Seu Expedito aprendeu mudas, agrofloresta, fogão foguete, forno solar, desidratador. Dona Rita e Batista brilharam em bioconstrução. O último dia focou em tratamento de águas servidas e filtro de carvão.

As 10 famílias participantes comprometeram-se a aplicar e propagar o aprendido.

Áreas de Conhecimento Básicas: Agricultura, Marcenaria, Construção, Saneamento Ecológico, etc.

A Experiência: Começar do zero, sem eletricidade ou água encanada inicial, seguindo rigorosamente técnicas permaculturais.

Projetos Principais (em paralelo, prontos em 6 meses):

  • Horta comunitária + berçário de nativas.
  • Cozinha comunitária com fogões ecológicos e fornos solares.
  • Abrigo comunitário (redário + teto para captação).
  • Captação e cisterna com filtro natural.
  • Criação de aves e peixes.
  • Compostagem e biodigestor.
  • Tratamento de esgoto (água cinza para rega, fossa verde).

Processo: Coleta de insumos de descarte/doação após 15 dias do curso. Terreno (tamanho de quarteirão): limpo, árvores podadas. Dividido em quadrantes por insolação/vento. Zoneamento específico (abrigo no sudeste, cozinha no sudoeste, etc.).

Materiais orgânicos reservados para adubo.

E, como sempre: as mudanças começam dentro das pessoas, no coração. Não busca conflitar. Busca cuidar.

(O final com as citações permanece igual — são perfeitas!)

Aqui exemplos visuais de projetos semelhantes no Brasil:

Agroflorestas e bioconstruções em comunidades permaculturais.

O Ecocentro IPEC em Pirenópolis-GO, grande inspiração real.

Banheiros secos e compostagem.

Captação de água da chuva.

Fogão foguete.

Esse texto tem potencial enorme — como manifesto, guia ou até base para livro/projeto real. Se quiser aprofundar alguma parte, adicionar mais detalhes ou transformar em algo maior, me diga! 🌱🏡

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