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sexta-feira, 5 de março de 2021

O Que é a Carta da Terra - 2020

  

Ela propõe uma mudança de hábitos para alcançar um futuro melhor para todos os cidadãos do planeta.

 Os principais temas abordados pelo documento são: direitos humanos, democracia, diversidade, desenvolvimento econômico e sustentável, erradicação da pobreza e paz mundial.

 

III. JUSTIÇA SOCIAL E ECONÔMICA

9. Erradicar a pobreza como um imperativo ético, social e ambiental.

10. Garantir que as atividades e instituições econômicas em todos os níveis promovam o desenvolvimento humano de forma equitativa e sustentável.

11. Afirmar a igualdade e a equidade de gênero como pré-requisitos para o desenvolvimento sustentável e assegurar o acesso universal à educação, assistência de saúde e às oportunidades econômicas.

12. Defender, sem discriminação, os direitos de todas as pessoas a um ambiente natural e social, capaz de assegurar a dignidade humana, a saúde corporal e o bem-estar espiritual, concedendo especial atenção aos direitos dos povos indígenas e minorias.

IV. DEMOCRACIA, NÃO VIOLÊNCIA E PAZ

13. Fortalecer as instituições democráticas em todos os níveis e proporcionar-lhes transparência e prestação de contas no exercício do governo, participação inclusiva na tomada de decisões, e acesso à justiça.

14. Integrar, na educação formal e na aprendizagem ao longo da vida, os conhecimentos, valores e habilidades necessárias para um modo de vida sustentável.

15. Tratar todos os seres vivos com respeito e consideração.

16. Promover uma cultura de tolerância, não violência e paz.

Confira o documento na íntegra, fazendo o download do PDF aqui: Carta da Terra.

Princípios da Carta da Terra

A Carta da Terra possui 16 princípios básicos, os quais estão agrupados em quatro grandes tópicos:

I. RESPEITAR E CUIDAR DA COMUNIDADE DA VIDA

1. Respeitar a Terra e a vida em toda sua diversidade

2. Cuidar da comunidade da vida com compreensão, compaixão e amor.

3. Construir sociedades democráticas que sejam justas, participativas, sustentáveis e pacíficas.

4. Garantir as dádivas e a beleza da Terra para as atuais e as futuras gerações.

II. INTEGRIDADE ECOLÓGICA

5. Proteger e restaurar a integridade dos sistemas ecológicos da Terra, com especial preocupação pela diversidade biológica e pelos processos naturais que sustentam a vida.

6. Prevenir o dano ao ambiente como o melhor método de proteção ambiental e, quando o conhecimento for limitado, assumir uma postura de precaução.

7. Adotar padrões de produção, consumo e reprodução que protejam as capacidades regenerativas da Terra, os direitos humanos e o bem-estar comunitário.

8. Avançar o estudo da sustentabilidade ecológica e promover a troca aberta e a ampla aplicação do conhecimento adquirido.

 

III. JUSTIÇA SOCIAL E ECONÔMICA

9. Erradicar a pobreza como um imperativo ético, social e ambiental.

10. Garantir que as atividades e instituições econômicas em todos os níveis promovam o desenvolvimento humano de forma equitativa e sustentável.

11. Afirmar a igualdade e a equidade de gênero como pré-requisitos para o desenvolvimento sustentável e assegurar o acesso universal à educação, assistência de saúde e às oportunidades econômicas.

12. Defender, sem discriminação, os direitos de todas as pessoas a um ambiente natural e social, capaz de assegurar a dignidade humana, a saúde corporal e o bem-estar espiritual, concedendo especial atenção aos direitos dos povos indígenas e minorias.

IV. DEMOCRACIA, NÃO VIOLÊNCIA E PAZ

13. Fortalecer as instituições democráticas em todos os níveis e proporcionar-lhes transparência e prestação de contas no exercício do governo, participação inclusiva na tomada de decisões, e acesso à justiça.

14. Integrar, na educação formal e na aprendizagem ao longo da vida, os conhecimentos, valores e habilidades necessárias para um modo de vida sustentável.

15. Tratar todos os seres vivos com respeito e consideração.

16. Promover uma cultura de tolerância, não violência e paz.

TEXTO DE

sábado, 20 de fevereiro de 2021

ECOCASA Arquitetura | Projeto MCMV | Arquiteto Paulo Trigo

 

ATIVISMO...

(2020-12-16_16:8) ENTREVISTA
Falando um pouco sobre quem é Paulo Trigo:
Paulo Trigo – Arquiteto da TETO Arquitetura SUSTENTÁVEL – ESPECIALISTA EM MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL e Secretário do Meio Ambiente de Limeira – SP
No ano de 2010, concluiu o curso de Especialização em Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável na UNICAMP e fundou o escritório TETO, na cidade de Limeira, SP, onde desenvolve projetos comerciais e residenciais de Arquitetura Sustentável, Arquitetura Natural, Paisagismo e Acompanhamento de Obras.
Desde 2012 ministra palestras sobre Paisagismo e Arquitetura Sustentável, já sendo convidado para palestrar em instituições como UEL (Universidade Estadual de Londrina), SENAC, ESALQ-USP e Jardim Botânico Plantarum.
Falando um pouco sobre o seu trabalho:
- Eu trabalho com Arquitetura Sustentável há 9 / 10 anos, então quando eu iniciei o trabalho focado nessa área, eu tinha uma certa intenção – eu me rotulava como um arquiteto sustentável “low tech”. Naquele início, 10 anos atrás, as pessoas tinham uma expectativa muito grande de que a arquitetura sustentável era aquela arquitetura que basicamente utilizava tecnologias ambientais pra criar coisas novas. Então, isso pra mim nunca foi muito uma verdade absoluta. Então, eu já trabalhava numa linha que eu denominava “low tech”, pra fugir dessa vinculação que as pessoas falavam: ah, que a arquitetura sustentável, ela é uma arquitetura que usa algumas tecnologias e alguns equipamentos e – o quanto isso custa mais caro do que uma arquitetura normal, e isso não é verdade. As tecnologias e os produtos existem, os equipamentos existem pra trazer algo a mais, mas a arquitetura enquanto construção e a arquitetura sustentável enquanto projeto e planejamento, ela independe dessas tecnologias. Ela deve ser uma arquitetura pensada levando em consideração o sítio ou local e os métodos construtivos independentemente de ter equipamentos e tecnologias envolvidas.
Paulo Trigo recruta ciclista e vai a campo arborizar a cidade. Em 3 anos Limeira ganhou cerca de 25 mil árvores.
Acredita que arborizando cidades contribui para o meio ambiente – sequestro de gás carbônico, liberação de oxigênio, melhora o clima por sombreamento e a umidade com a evapotranspiração, além da interceptação de poeira e poluentes, e para as pessoas que terão melhor saúde física e psicológica – tranquilidade mental - e, por isso, uma cidade com menor índice de criminalidade. - aval:1.0

As Grandes Lições do 8º Fórum Mundial da Água - Participação Especial: P...

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