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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Energia eólica pode ser usada em larga escala, aponta estudo



Energia eólica pode ser usada em larga escala, aponta estudo

Por Daniel Accioly 0 comentário(s)
Cientistas publicaram na Nature Climate Change um novo relatório que reforça a possibilidade de pleno uso de energias renováveis, mas especificamente da eólica. De acordo com o documento, os ventos em áreas planas têm potencial de produzir 400 terawatts de energia, e até 1800 terawatts em áreas de altitude elevada com muito vento. A estimativa é bem distante dos índices atuais, que giram em torno dos 18 terawatts.

O relatório então sugere que as usinas utilizam um percentual pequeno de suas capacidades. O autor do relatório, Ken Caldeira, fala abertamente sobre o principal motivador de baixos investimentos no setor no Science Daily: “Analisando esses dados, é evidente que são fatores econômicos, tecnológicos e políticos que ditam o aumento do uso de energia eólica no mundo, muito mais que limitações geofísicas”.
A energia eólica é obtida quando se converte a energia mecânica do giro das hélices em energia elétrica. A grande vantagem dessa fonte é o fato de não ser necessário utilizar combustível fóssil, além de não precisar alagar e desapropriar grandes porções de terra, como é o caso das hidrelétricas. A energia eólica é uma opção limpa e comprovadamente eficaz.
* Com informações de TreeHugger

04 DE OUTUBRO - Dia Mundial dos Animais - SÃO FRANCISCO DE ASSIS



Hoje é Dia Mundial dos Animais

Por Daniel Accioly 0 comentário(s)
Hoje, diversos países celebram o Dia Mundial dos Animais. A data foi criada em em 1931 durante uma convenção de ecologistas em Florença. A escolha teve em conta o fato do dia 4 de Outubro ser o dia de São Francisco de Assis, o santo padroeiro dos animais.

A data tem como principal objetivo sensibilizar a população para a necessidade de tratar com respeito os animais e não medir esforços pela preservação de todas as espécies, que fazem parte do maior patrimônio que temos no planeta: A natureza.

Os animais não são importantes apenas para a natureza, ajudando a mantendo o equilíbrio, mas também para o bem-estar dos seres humanos. Pesquisas indicam que os animais tem o poder de promover a melhora da qualidade de vida de pessoas de todas as idades. Terapias que utilizam cães, gatos e tartarugas em asilos e instituições que cuidam de adultos e crianças com necessidades especiais mostram o grande poder da  interação com os animais.

Hoje é um bom dia para observar os animais da sua cidade. Contemple a perfeição do curso da natureza. Se tiver um animal de estimação, ofereça um afago especial. Afinal, o dia de hoje é deles!
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

FALOU E DISSE, PROFESSOR!!!

Tão inocente, insensato, e de uma mediocridade quando um aluno diz: "aula chata". Nós professores não estamos em sala de aula para fazer teatro ou fazê-los rir. Trabalhamos para um bem maior que nem mesmo esses indivíduos que pronunciam tal discurso "aula chata" tem a capacidade de entender. Tentamos passar um pouco daquilo que aprendemos, das experiências que já passamos, e com um pouco de estudo, e competência tais alunos que dizem "aula chata" irão passar por tudo que nós professores passamos. Que fique bem claro, que estar em sala de aula para maioria dos professores será sempre um prazer, o nosso desprazer acontece quando vemos que nossas "aulas chatas" irão servir para indivíduos inúteis, que não valorizam e minimizam a capacidade de seus professores. Sala de aula não é creche, escola não é depósito de pessoas que deixaram de acreditar em si mesmos, professor não é salvador da pátria. E sinceramente, "aula chata" é aquela em que vemos potencialidades se perdendo para coisas fúteis, inúteis para o desenvolvimento intelectual dos indivíduos, ou, "aula chata" é ter que aguentar adolescentes se comportando como "crianças".
Michael Marques - Sociólogo Professor

Projeto brasileiro de casa sustentável concorre na Europa




Por Daniel Accioly 3 comentário(s)
O Brasil chega com força na Solar Decathlon Europe, evento que promove uma grande competição internacional entre universidades e seus projetos para o desenvolvimento de casas eficientes. O projeto brasileiro, batizado de Ekó House, foi desenvolvido em conjunto por estudantes de universidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Campinas e do estado do Rio Grande do Norte.

A energia da Ekó House é fornecida através de painéis fotovoltaicos, trazendo energia limpa e abundante. O projeto também apresenta sistemas que auxiliam o gerenciamento dos detritos. O banheiro seco é um dos exemplos. A tecnologia é responsável pela compostagem eficiente dos resíduos. Todos os descartes de água provenientes de chuveiros, descargas e máquinas de lavar são tratados para serem reusados, de acordo com site do projeto brasileiro.

A Solar Decathlon Europe ocorre bienalmente e nesse ano sua sede é a Espanha, onde os visitantes têm a oportunidade de participar de diversas atividades sobre energia renovável.
* Com informações de Ciclo Vivo
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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Pneus descartados podem ser utilizados em barreira acústica




Por Daniel Accioly 0 comentário(s)
O pneu é um dos maiores vilões do meio ambiente. Se por um lado ele facilita as nossas vidas, permitindo com que carros, ônibus, caminhões e outros veículos transitem por estradas, após sua vida útil dificilmente ele é reaproveitado, indo parar em lixões, aterros sanitários e fundo de rios, lagos e mares.

Por isso, pesquisadores espanhóis elaboraram um super projeto, batizado de Ekopan, para a utilização dos pneus descartados. A ideia é produzir isolamentos acústicos para minimizar ruídos de carros em vias próximas a grandes centros urbanos com o material, substituindo o concreto, tradicionalmente usado.

O projeto é benéfico não só pelo fato de criar um destino para os pneus descartados, mas também por contribuir com a redução das emissões de gás carbônico proveniente da fabricação do concreto.

O objetivo dos pesquisadores agora é viabilizar a produção em larga escala das barreiras acústicas feitas com borracha de pneu. “O foco é otimizar o processo de manufatura para a escala industrial, validar as propriedades mecânicas e acústicas e conduzir um estudo de mercado para a venda do produto”, diz no site oficial do projeto.
* Com informações de Superinteressante
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E VOCÊ, O QUE ACHA?

 

 

 

 


‘A escola é o lugar que atrasa o século 21’

Não importa muito como ela seja chamada: educação 3.0, educação para o século 21, educação para a vida. Mas a verdade é que muitos educadores já perceberam que os sistemas educacionais precisarão se adaptar se quiserem formar alunos capazes de lidar com a quantidade de informação hoje acessível, hábeis em administrar problemas cada vez mais complexos e prontos para serem atuantes em um mercado que exige habilidades que não ensinadas nos livros. Cientes desse descompasso entre o que a escola oferece e o que o mundo exige, um grupo de especialistas decidiu formar o Gelp (Global Education Leaders’ Program) para discutir problemas reais de sistemas educacionais espalhados pelo mundo e suas possíveis soluções.
“Não há uma resposta única nem um só modelo a ser seguido”, diz David Albury, diretor de design e desenvolvimento do Gelp. O britânico, que foi conselheiro do primeiro-ministro para assuntos estratégicos entre 2002 e 2005, vem conversando com alunos e educadores e conhecendo modelos em todo o mundo. Diante do que tem visto, Albury encontra três tendências importantes para a educação do século 21: personalização, aprendizado baseado em projetos e avaliação por performance.
crédito Jeanette Dieti / Fotolia.com
  A personalização, explica ele, não quer dizer necessariamente a adoção de plataformas educacionais on-line, mas a configuração do aprendizado para necessidades de cada aluno. “A tecnologia é parte essencial nesse processo, mas não é o processo”, afirma ele. Como exemplo de escola que desenvolve um ensino personalizado, Albury cita a escola sueca Kunskapsskolan, em que os alunos desenvolvem, com a ajuda de tutores, seus planos individuais de estudo adequado às suas paixões e afinidades, com metas claras, que podem ser acompanhadas ao longo do ano.
O aprendizado baseado em projetos, afirma Albury, tem sido uma escolha que escolas ou grupos de escolas têm feito para desenvolver habilidades nos alunos de maneira menos “compartimentalizada”. Nessa abordagem, os alunos precisam desenvolver um projeto e, durante o processo, aprendem conceitos das mais diversas disciplinas, trabalham em equipe, tomam decisão. Apesar de ser uma tendência, diz o britânico, ele não conhece nenhum sistema público de ensino que use o formato em todas as suas escolas. “Não precisa ser adotado em sistemas inteiros. Isso pode acontecer de forma piloto”, afirma. “Não podemos esperar que os sistemas já comecem perfeitos. Leva tempo para acertar, as pessoas cometem erros.”
Já sobre as avaliações por performance, afirma ele, surgem na tentativa de medir e reconhecer habilidades que os testes de múltipla escolha não conseguem. “Como é que eu avalio se um aluno é criativo? Ou se ele é bom em resolver problemas da vida real?”, pergunta Albury. Essa questão, que tem afligido líderes educacionais de todo o mundo, não está respondida, mas há algumas tentativas, diz o inglês, de usar colegas, família e comunidade na construção de novas formas de avaliar.
crédito Porvir
  Outra realidade que tem se tornado cada vez mais clara é que processos educativos muito ricos têm ocorrido fora da escola. Albury conta que esteve em uma reunião com alunos canadenses de 13 anos. Um deles lhe disse: “Quando eu venho para a escola, eu sinto que eu estou sendo desempoderado. Fora da escola, eu tenho acesso a várias fontes de informação. Na escola, eu tenho um professor, um livro, talvez um computador”. Um colega dele concluiu: “A escola é o lugar que atrasa o século 21”.
Trazer a educação que ocorre fora da escola para dentro é um desafio a mais para os professores, que precisam remoldar a forma como lidam com o ofício. “É também uma questão de identidade dos professores.” Para tanto, a participação das universidades é fundamental. Nesse quesito, diz o especialista, a demografia do Brasil é mais favorável do que a de países europeus, onde há poucos professores se formando e muitos estão em atividade há muitos anos. “Mais difícil do que aprender é desaprender”, afirma Albury.
Equipe brasileira
Formado há quatro anos, o Gelp começou com quatro membros: Ontário (Canadá), Nova York (EUA), Vitória (Austrália) e Inglaterra. No ano passado, o Brasil passou a fazer parte do Gelp, que hoje já tem 13 membros, entre cidades, estados e países. Entre os representantes brasileiros estão a Secretaria Municipal do Rio e as estaduais de São Paulo, Goiás e Pernambuco. Os participantes se encontram duas vezes por ano e, virtualmente, compõem uma rede com atividades ao longo do ano. Em novembro, o Rio de Janeiro será anfitrião do segundo encontro de 2012.
Albury esteve ontem no Porvir conversando com jornalistas brasileiros que cobrem educação.

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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Glúten

O WikiBrasil ocorrerá de 12 a 14 de outubro


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
O trigo é a principal fonte de glúten utilizada na alimentação humana
Glúten (derivado do Latin glūten) é uma proteína amorfa composta pela mistura de cadeias protéicas longas de gliadina e glutenina.
O glúten é obtido através da mistura destas proteínas que se encontram naturalmente na semente de muitos cereais da família das gramíneas (Poaceae), subfamília Pooideae, principalmente das espécies da tribo Triticeae, como o trigo, cevada, triticale e centeio, ou em espécies da tribo Aveneae, como a aveia. Estes cereais são compostos por cerca de 40-70% de amido, 1-5% de lipídios, e 7-15% de proteínas (gliadina, glutenina, albumina e globulina). A estrutura bioquímica deste tipo de glúten leva muitas vezes à sua denominação de "glúten triticeae", que é popularmente conhecido como "glúten de trigo".
No caso do trigo (Triticum) a massa protéica é composta de cerca 68% de gliadina e 32% de glutenina (que compõem o glúten), 13% de globulina e 7% de albumina [1].
A frase "contém glúten", encontrada em embalagens de diversos produtos alimentícios, serve para alertar as pessoas que possuem intolerância ou reações alérgicas a essa proteína, para que não consumam aquele alimento [2].

Índice

Propriedades químicas do glúten

O glúten é o responsável pela elasticidade da massa produzida com farinha de trigo
O glúten (gliadina e glutenina) aparece geralmente combinado com outras proteínas vegetais como as Albuminas e Globulinas e também em combinação com o amido desses cereais, sendo responsável pela viscoelasticidade da massa composta pela mistura de farinha (proteína e amido em forma granular) e água.
A visosidade e elasticidade são propriedades naturais dos elementos protéicos do glúten, a gliadina (prolamina) e glutenina (glutelina); enquanto a gliadina (composta pelos aminoácidos sulfurados, cistina e cisteína) é uma proteína bastante extensível mas pouco elástica, responsável pela ductibilidade e coesividade, enquanto a glutenina é o polímero responsável pela elásticidade da estrutura [3]. A complexa mistura dessas duas cadeias protéicas longas através de pontes de dissulfido com água (através das pontes de hidrogênio), resulta na formação da massa com propriedades de coesão e viscoelasticidade, onde o glúten retém a água nos interstícios das cadeias protéicas.
As características de textura e granulosidade, associadas à elasticidade das massas compostas por farinha com glúten, permite que a massa protéica seja preenchida com água e bolhas de gás produzido no processo de fermentação, resultando na consistência elástica e porosa ou esponjosa dos pães e bolos em que se utiliza fermento.

Obtenção do glúten

O glúten pode ser obtido a partir da farinha de trigo e alguns outros cereais, separando-se a parte protéica do glúten, composta por prolaminas e gluteninas (que são insolúveis em água), da parte protéica solúvel em água (Albuminas) ou solúvel em soluções salinas (Globulinas) e do amido (fécula). Para isso se forma uma massa de farinha e água, que é lavada, até a água tornar-se limpa.
Para usos químicos (não alimentares) é preferível usar uma solução salina para obter o resultado com maior pureza (pois a solução salina ajuda a extrair as globulinas). O produto resultante terá uma textura pegajosa e fibrosa, parecida com a do chiclete.
O glúten é encontrado nos cereais, especialmente trigo.

Quantidade e qualidade de glúten

A complexa estrutura de glúten é proveniente de dois tipos de proteínas que absorvem água. A relação entre estas duas proteínas leva à formação de glúten, mais ou menos tenaz que diferencia os vários tipos de farinha nas suas qualidades tecnológicas.
O glúten é o principal ingrediente para uma grande variedade de massas e pães
A quantidade de glúten é determinada em laboratório, a mistura de farinha e água em um almofariz. A mistura resultante é "lavado" com uma solução salina (4% mono fosfato dissódico, pH 6,8 e 2% de NaCl) ou manualmente com um lavaglutine especial. Desta forma, ele vai escorrer deixando apenas uma fração do amido que é o glúten insolúvel em contato com uma solução salina. A quantidade de glúten assim obtida é chamada glúten úmido e é expresso como uma percentagem do peso da amostra analisada e extraídas do glúten, e sua umidade é medido em estufa a 80 ° C. O glúten úmido é seco para determinar glúten seco.
Para determinar a qualidade do glúten pode utilizar diferentes métodos. O método de Berlin é baseado no comportamento de glúten em uma solução de ácido fraco (presente glúten má qualidade faz com que a solução turva). Outro método avalia o sedimento formado após a dispersão da farinha em uma solução de ácido láctico, onde o glúten incha e se instala (Zeleny sedimentação). A extensão dos resultados de sedimentos em um valor de sedimentação da refeição varia dependendo da quantidade e qualidade de glúten: este valor está correlacionada positivamente com a atitude dos produtos de panificação.

Uso na alimentação humana

Uma vez cozido, o glúten adquire uma consistência firme e toma um pouco do sabor do caldo no qual foi cozido. Esta propriedade faz com que seja apreciado como substituto da carne nas cozinhas vegetarianas e budista.
Em assados, o glúten é o responsável pela permanência dos gases da fermentação no interior da massa, fazendo com que ocorra um aumento em seu volume. Depois do cozimento, a coagulação do glúten é responsável pela não desinflação do bolo ou pão.

Principais doenças relacionadas ao glúten

As pessoas portadoras de doença celíaca têm uma hipersensibilidade ao glúten, que pode ser resultado de uma alergia ou de intolerância ao glúten. Nestas pessoas o glúten provoca danos na mucosa do intestino delgado, impedindo uma digestão normal. Após eliminar o glúten da dieta, o intestino volta a funcionar com normalidade, entre algumas semanas a até alguns meses. Outra manifestação de intolerância é a presença de lesões na pele chamada dermatite herpetiforme.
O trigo é principal fonte de glúten
A hipersensibilidade ao glúten está mais comumente relacionada a problemas de intolerância ou alergias à proteína gliadina (prolamina), embora também existam alergias a outras proteínas encontradas no trigo, como a Glutenina, a Albumina e a Globulina. Embora o milho apresente uma variedade destas proteínas, não produz o mesmo tipo de glúten, e a alergia a derivados de milho não está associada à hipersensibilidade ao glúten.
Entre 1% e 2% da população mundial apresenta intolerância ao glúten[4], embora até metade dos celíacos não apresentem sintomas graves ou que interferem na vida cotidiana destes.
Os portadores da doença celíaca devem evitar alimentos que contenham glúten, destacando-se os derivados de trigo, cevada, centeio, triticale e aveia, incluindo derivados de fabricação caseira ou industrial, como pães, massas alimentícias (macarrão), biscoitos, bolos, salgadinhos, barras de cereais, quibe, pizzas, molhos brancos, granola, empanados, farinha de rosca, cerveja, whisky e vodka de cereais [5] [6]. Os portadores de doença celíaca não devem consumir nem mesmo carnes e legumes empanados em farinha de trigo, ou alimentos produzidas em óleo de fritura onde tenha sido imerso outro alimentos contendo farinha de trigo. Como a doença celíaca é crônica, seus portadores devem adotar uma alimentação sem glúten que geralmente deve ser seguida por toda a vida [7].
Existe uma crença bastante popular de que os autistas apresentariam um tipo hipersensibilidade bastante particular ao glúten e à caseína (uma proteína presente no leite). Ambas as substâncias teriam um efeito opiáceo nestes indivíduos[carece de fontes]. Entretanto os estudos científicos a respeito sugerem que dietas sem glúten não trazem nenhum benefício para crianças autistas. [8] [9]
Quando ingerido em excesso, o glúten pode causar a diminuição da produção da serotonina, o que leva a um quadro de depressão mesmo nos que não são portadores de nenhuma hipersensibilidade.
O consumo excessivo de glúten pode resultar no aparecimento da Psoríase e da Artrite psoriática.
Pães e outros produtos produzidos com farinha de trigo, cevada e aveia, contém glúten

A presença de glúten nos cereais e os vegetais ricos em amido que não contém glúten

O glúten está presente nos produtos, farinhas e derivados dos seguintes cereais: trigo, cevada, triticale, kamut, centeio (da tribo Triticeae, subfamília Pooideae) e na aveia (tribo Aveneae, subfamília Pooideae).

Não contém glúten os seguintes alimentos:

Referências

  1. LACERDA, Liziane D. (2008). pg. 5
  2. GONDIM, Augusto J. C. (2009). ''Glúten e a doença Celíaca. Conselho Regional de Química - XIX Região, 01/12/2009 [1]
  3. LACERDA, Liziane D. (2008). Avaliação das propriedades físico-químicas de proteína isolada de soja, amido e glúten e suas misturas. Dissertação de Mestrado. PPG em Química da UFRGS. Porto Alegre, RS. [2]
  4. MELO, Luciana Q. F. & RIBIEIRO, Alessandra (2007). Odontologia pode ajudar a diagnosticar intolerância ao glúten. Assessoria de Comunicação Social da Faculdade de Medicina da UFMG, 5 de outubro de 2007. UFMG, Belo Horizonte, MG. [3]
  5. NABESHIMA, Elizabeth H. & e RUFFI, Cristiane R. G. (2009). Glúten - informações básicas. IdMed, 06 de Agosto de 2009. [4]
  6. ACELBRA. "A Doença Celíaca". Associacao dos Celiacos do Brasil. [5]
  7. ACELBRA. "Diagnóstico e dieta". Associação dos Celíacos do Brasil. [6]
  8. Millward C, Ferriter M, Calver S, Connell-Jones G. (2008). "Gluten- and casein-free diets for autistic spectrum disorder.". Cochrane Database Syst Rev (2): CD003498. DOI:10.1002/14651858.CD003498.pub3. PMID 18425890.
  9. Popular Autism Diet Does Not Demonstrate Behavioral Improvement.

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