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terça-feira, 10 de julho de 2012

Brasileiros ainda desconhecem o que é consumo sustentável



Por Mariana Montenegro Nenhum Comentário
Uma pesquisa realizada pelo Ministério do Meio Ambiente, mostrou que dois em cada três brasileiros não sabem o que é consumo sustentável. O dado foi resultado do estudo “O que o Brasileiro Pensa do Meio Ambiente e do Consumo Sustentável” e revela a realidade. Muitos acham que sabem do assunto, mas têm suas dúvidas.
Entre aqueles que disseram saber do que se trata, 54% disseram que consumo sustentável é consumir produtos que não agridem o meio ambiente nem a saúde humana. Um terço do que sobrou acha que significa evitar desperdício de água e energia, 9% acredita que se trata de consumir produtos que façam bem à saúde e 3%, que seja comprar produtos mais baratos.
Outro ponto importante da pesquisa está relacionado à coleta seletiva. Cerca de 52% dos entrevistados disseram não fazer separação de lixo para reciclagem em suas casas. Apesar de não compensar, cerca 86% desses brasileiros sabem que separar o lixo pode ajudar o meio ambiente de alguma forma. Ou  seja, falta um empurrãozinho para fazer a coleta seletiva “pegar”.
Os brasileiros sabem o que precisa ser feito para a assegurar a preservação, como reduzir o consumo de energia elétrica (61% os entrevistados), eliminar o desperdício de água (58%), diminuir o uso de gás em casa (22%), participar de mutirões de limpeza e de práticas de reflorestamento (15%). Além disso, 13% dos brasileiros dizem se preocupar com o meio ambiente. O percentual é mais do que o dobro do registrado há seis anos (6%).

De acordo com o levantamento, o meio ambiente está em sexto lugar na lista de preocupações dos brasileiros, ficando atrás de saúde/hospitais (81%), violência/criminalidade (65%), desemprego (34%), educação (32%) e políticos (23%).
Podemos dizer que isso já é uma ótima notícia e um grande avanço para os dias atuais. Os eventos da Rio+20 com certeza foram um motivo extra para as pessoas terem acesso a informações importantes e entenderem um pouco mais sobre consumo sustentável. É preciso que o povo saiba o que fazer para mudar. Só assim cada um poderá fazer sua parte e salvar o meio ambiente.
(Com informações da EFE e da Agência Brasil)

domingo, 8 de julho de 2012

YIN-YANG



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Diagrama do Taiji (太極圖). Em chinês, esse conhecido símbolo que representa a integração de Yin ushiha e Yang kabuto
Yin Yang é, na filosofia chinesa, uma representação do princípio da dualidade de yin e yang. O conceito tem sua origem no tao (ou dao), base da filosofia e metafísica da cultura daquele país.

Princípios complementares

Segundo este princípio, duas forças complementares compõem tudo que existe, e do equilíbrio dinâmico entre elas surge todo movimento e mutação. Essas forças são:
  • Yang: o princípio ativo, diurno, luminoso, quente.
  • Yin: o princípio passivo, noturno, escuro, frio.
Também é identificado como o tigre e o dragão representando os opostos.
Essas qualidades acima atribuídas a cada uma das dualidade são, não definições, mas analogias que exemplificam a expressão de cada um deles no mundo fenoménico. Os princípios em si mesmos estão implícitos em toda e qualquer manifestação.
Os exemplos acima não incluem qualquer juízo de valor, e não há qualquer hierarquia entre os dois princípios. Assim, referir-se a yang como positivo apenas indica que ele é positivo quando comparado com Yin, que será negativo. Esta analogia é como a carga elétrica atribuída a protons e electrons: os opostos complementam-se, positivo não é bom ou mau, é apenas o oposto complementar de negativo.
O diagrama do Taiji simboliza o equilíbrio das forças da natureza, da mente e do físico. Yang (branco) e Yin (preto) integrados num movimento contínuo de geração mútua representam a interação destas forças.
A realidade observada é fluida e em constante mutação, na perspectiva da filosofia chinesa tradicional. Portanto, tudo que existe contém tanto o princípio Yin quanto o Yang. O símbolo Taiji expressa esse conceito: o Yin dá origem ao Yang e o Yang dá origem ao Yin.
Desde os primeiros tempos, os dois polos arquetípicos da natureza foram representados pelo claro e pelo escuro, pelo inflexível e pelo dócil, pelo acima e pelo abaixo.
O Yang, o poder criador era associado ao céu e ao Sol, enquanto o Yin corresponde à terra, ao receptivo, à Lua.
O céu está acima e esta cheio de movimento.
A terra - na antiga concepção geocêntrica - está em baixo e em repouso.
Dessa forma, Yin passou a simbolizar o repouso, e Yang, o movimento.
No reino do pensamento, Yin é a mente intuitiva, complexa, ao passo que Yang, é o intelecto, racional e claro.
Yin é a tranquilidade contemplativa do sábio, Yang a vigorosa ação criativa do rei.
O Hotu representa a geração do Tai Chi a partir do vazio
Esse diagrama apresenta uma disposição simétrica do yin sombrio e do yang claro . A simetria, contudo não é estática. É uma simetria rotacional que sugere,de forma eloquente, um continuo movimento cíclico.
Os dois pontos do diagrama simbolizam a ideia de que toda vez que cada uma das forças atinge seu ponto extremo, manifesta dentro de si a semente de seu oposto
Yin-Yang é uma técnica chinesa que significa lados opostos como o Branco (Yang) tem como figura um tigre e o Preto (Yin) Tem como figura um dragão. Ambos são opostos significa que cada força existe bem e mal como podemos ver em seu simbolo achamos um ponto de cada cor em cada lado é o Bem e o Mal.

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sábado, 7 de julho de 2012

Unidades de Conservação no Brasil, o desafio de planejar esse futuro



Por Ayslaner Gallo Nenhum Comentário
Quando desfrutamos de um relaxante banho de cachoeira no rio conservado de um Parque, quando nos deliciamos com uma receita de açaí bem caprichada cujo fruto foi colhido pela comunidade tradicional em uma Reserva Extrativista, quando sentimos o calor dos móveis de madeira construídos a partir das árvores extraídas de uma Floresta Naciona, ou até mesmo quando somos beneficiados por medicamentos cujos princípios ativos estão originalmente contidos nas plantas e animais de uma Reserva Biológica, comumente não imaginamos os desafios encontrados pelas pessoas que dedicam seus esforços profissionais e, muitas vezes, pessoais, para que o futuro dessas unidades de conservação esteja garantido e que seus objetivos de criação sejam alcançados.
Segundo o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), as unidades de conservação (UC) são espaços territoriais, incluindo seus recursos ambientais, com características naturais relevantes, que têm a função de assegurar a representatividade de amostras significativas e ecologicamente viáveis das diferentes populações, habitats e ecossistemas do território nacional e das águas jurisdicionais, preservando o patrimônio biológico existente.
As UC’s asseguram às populações tradicionais o uso sustentável dos recursos naturais de forma racional e ainda propiciam às comunidades do entorno o desenvolvimento de atividades econômicas sustentáveis.
Essas áreas estão sujeitas a normas e regras especiais. São legalmente criadas pelos governos federal, estadual e/ou municipal, após a realização de estudos técnicos dos espaços propostos e, quando necessário, consulta à população (Ministério do Meio Ambiente – MMA).
Ainda segundo o MMA, as Unidades de Conservação dividem-se em dois grupos:
Unidades de Proteção Integral: a proteção da natureza é o principal objetivo dessas unidades, por isso as regras e normas são mais restritivas. Nesse grupo, é permitido apenas o uso indireto dos recursos naturais, ou seja, aquele que não envolve consumo, coleta ou dano aos recursos naturais. As categorias de proteção integral são: estação ecológica, reserva biológica, parque, monumento natural e refúgio de vida silvestre.
Unidades de Uso Sustentável: são áreas que visam conciliar a conservação da natureza com o uso sustentável dos recursos naturais. Nesse grupo, atividades que envolvem coleta e uso dos recursos naturais são permitidas, mas desde que praticadas de tal forma que a perenidade dos recursos ambientais renováveis e dos processos ecológicos esteja assegurada. As categorias de uso sustentável são: área de relevante interesse ecológico, floresta nacional, reserva de fauna, reserva de desenvolvimento sustentável, reserva extrativista, área de proteção ambiental (APA) e reserva particular do patrimônio natural (RPPN).
Imagine só trabalhar o planejamento e a gestão dessas áreas considerando, entre outros complicadores, os conflitos de interesses entre os atores envolvidos; a falta de conhecimento técnico-científico adequado sobre os elementos biológicos e processos ecológicos dos ambientes afetados; a dificuldade de operacionalização em áreas de acesso restrito e logística complicada; ferramentas ainda pouco eficientes de planejamento e gestão, e escassez de recurso humano capacitado. Tudo isso potencializado pela falta de coerência na política pública nacional, transformando temas e atividades que seriam totalmente complementares – se tratados com outra abordagem – em assuntos contraditórios e avessos, o que fica evidente quando notamos as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) ameaçando a integridade ambiental dos nossos Parques e Reservas.

Cultivo hidropônico favorece a alimentação saudável



Por Valmir Storti Nenhum Comentário
Não saber lidar com a terra há tempos deixou de ser um problema para quem deseja cultivar verduras em casa. Basta um terraço com luz natural ou artificial, alguns tubos, um pouco de água e pronto, sua horta hidropônica estará pronta para fornecer produtos fresquinhos sem fertilizantes. Sem contar o prazer que é ver crescer a sua  própria horta.
Para fazer uma horta hidropônica são necessários espuma fenólica, canos de PVC e água com nutrientes. Se bate muito sol no local, será preciso uma tela sombrite.
Se você gostaria apenas de ter alguns pezinhos de alface em casa, só para se iniciar no assunto, uma excelente fonte de consulta é a Universidade Federal de Santa Catarina, que ensina a cultivar vegetais em potes de sorvete.
Mas se a vivência social exige algo mais sofisticado, o mercado oferece produtos como o Aerogarden, que permite o cultivo hidropônico até mesmo na cozinha. Atualmente, há diversas possibilidades. Vai aderir?

5 invenções que prometem melhorar a vida das pessoas



Por Daniel Accioly Nenhum Comentário
Em um momento em que o desperdício e a funcionalidade aliada ao respeito ambiental  são discutidos, ideias fervilham na direção de oferecer alternativas melhores para o planeta.
A revista “Exame” apontou cinco invenções que podem melhorar a vida das pessoas e estão presentes na lista de vencedores do prêmio Innovation Award, oferecido pela publicação Popular Science, dos Estados Unidos.
Os veículos automotivos são os principais poluidores da nossa atmosfera. Considerando o crescente aumento das frotas, motores mais eficientes, que consumam menos combustível e que o aproveitem melhor podem ser uma alternativa.
Pensando nisso, Frank Will, da Deakin University, criou o Over7.  Ao aquecer o óleo a temperaturas maiores, o motor consegue ganho de 7% em eficiência de consumo de combustível e 30% menos emissões de gases poluentes.
A água é um dos maiores tesouros oferecidos pela Terra. Por mais que se tenha um cuidado especial contra o desperdício, atividades como o banho inevitavelmente acabam desperdiçando esse recurso. O engenheiro britânico Peter Brewin pensou sobre a questão e criou um chuveiro que recicla água. O processo é similar ao da pasteurização do leite, retirando 100% das impurezas. O inventor afirma que o invento promove 70% de economia de água e energia.
O Sensastep também figura na lista, oferecendo auxílio na caminhada de pacientes que sofrem de problemas motores, substituindo a bengala ou o andador. O invento consiste em 3 sensores, posicionados na sola do calçado, no tornozelo e no ouvido do usuário. O contato da sola com o chão envia um sinal para os demais receptores, proporcionando a percepção da área em contato e do tipo de superfície.
A tecnologia no campo audiovisual está evoluindo a passos largos. A empresa Innovega figura na lista com o iOptik, que permite assistir a filmes, ter acesso às redes sociais e jogar games direto nas lentes de seus óculos. O invento, baseado em realidade aumentada, permite ao usuário liberdade de campo visual, sendo possível então a execução de multitarefas.
Os bombeiros exercem uma das profissões mais exaustivas e perigosas que existem. O calor excessivo ao qual são submetidos pode motivar parada cardíaca súbita. Uma ideia simples, que aproveita a estrutura já presente nos caminhões, promete melhorar as condições de trabalho dos profissionais.  Michael Robinson inventou um vaporizador que utiliza uma das bocas para mangueiras. A ideia é oferecer uma fonte de refresco antes, durante e depois das operações, evitando desmaios e aumentando a produtividade e o conforto dos bombeiros.
Ideias simples, que têm em comum a vontade de seus inventores em melhorar a vida de pessoas. De qual invenção você mais gostou?
* Com informações de Exame

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